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O que realmente marcou o Salesforce World Tour São Paulo 2025


O Salesforce World Tour São Paulo 2025 deixou uma mensagem clara: o futuro das operações não será apenas digital, será inteligente, conectado e autônomo. Mas apesar de toda a tecnologia apresentada, o evento também reforçou algo essencial: o fator humano nunca foi tão importante.


Logo na entrada, já era possível sentir o clima de transformação. Painéis lotados, conversas sobre IA por todos os lados e, claro, muita expectativa sobre como tudo isso vai impactar vendas, atendimento e marketing nos próximos anos.



Agentforce: a estrela que mudou a conversa.


O destaque absoluto foi o Agentforce, o novo sistema de agentes de IA autônomos da Salesforce. Ele não apenas executa tarefas, ele pensa, aprende e age dentro do contexto da empresa.


Para muitos, essa foi a primeira vez que a IA apareceu de forma verdadeiramente aplicável ao dia a dia das operações. Isso explica a reação da plateia e o burburinho pós-evento.


Por que ele chamou tanta atenção?


  • Automatiza atendimento, vendas e operações internas sem perder contexto.

  • Aprende com os dados corporativos, evitando respostas genéricas.

  • Atua proativamente, identificando cenários e sugerindo ações.

  • Eleva a produtividade das equipes ao tirar peso do operacional.


Foi o momento em que o público percebeu: o CRM está ganhando um cérebro.



Data + CRM + IA: a combinação que virou o novo básico


Outro tema que dominou o evento foi a ideia de que dados, CRM e IA precisam andar juntos.


Hoje, não basta ter um CRM bem configurado. Sem dados organizados e integrados, a IA simplesmente não funciona como deveria.


Os especialistas reforçaram que:


  • Dados em tempo real são essenciais para decisões rápidas.

  • Experiências personalizadas já são o novo padrão do mercado.

  • A união entre Data Cloud e Customer 360 coloca o cliente no centro com precisão nunca vista.

  • Empresas ainda dependentes de planilhas precisam dar um salto urgente.


O evento mostrou que o futuro é menos sobre tecnologia isolada e mais sobre ecossistemas inteligentes!



Cases reais que provaram: não é futuro — é agora!


Diferente de anos anteriores, em que a conversa ficava mais na teoria, desta vez o público viu aplicações reais, de empresas brasileiras, funcionando na prática.

Esses exemplos despertaram atenção por um motivo simples: mostraram resultado.


Entre os ganhos apresentados estavam:

  • Redução de custos operacionais;

  • Aumento da eficiência comercial;

  • Atendimento mais rápido e preciso;

  • Automação de tarefas repetitivas sem perda de qualidade.


Ao final dessas sessões, ficou claro que IA + CRM + dados não é mais “tendência”: é competitividade.



O profissional de 2026: menos executor, mais estrategista.


Com a automação cuidando do operacional, a pergunta que surgiu foi: qual é o novo papel das pessoas? E a resposta apareceu em diversos painéis: o humano está ganhando protagonismo, não perdendo espaço.


Profissionais de vendas, marketing e atendimento passam a ter mais foco em:

  • análise de insights gerados pela IA;

  • relacionamento e empatia;

  • visão estratégica da jornada do cliente;

  • tomada de decisão orientada por dados.


Ou seja, a IA tira o peso e o humano entrega o valor.



Os debates que movimentaram os corredores


Claro, nem tudo foram aplausos. O evento também gerou discussões importantes. Muitas delas refletindo desafios reais das empresas.


Entre os principais pontos levantados estavam:

  • A maturidade de dados ainda é baixa em grande parte das organizações;

  • Alguns negócios não têm estrutura ou governança para IA;

  • O hype pode criar expectativas maiores do que a capacidade técnica atual;

  • Pequenas empresas têm receio do custo e da complexidade de implementação.


Essas críticas não diminuem o impacto das novidades — mas lembram que não existe IA eficiente sem uma base sólida.



O que empresas precisam fazer agora?


Se o Salesforce World Tour SP 2025 trouxe uma mensagem unificada, foi esta: Antes de avançar para IA e automação, é preciso arrumar a casa.


Isso significa:

  • organizar dados;

  • mapear processos;

  • treinar equipes;

  • definir responsabilidades;

  • construir governança digital.


Só assim o uso de IA deixa de ser hype e se transforma em vantagem competitiva.



2025 é o ano da entrega — não da promessa!


Em conclusão, o evento deixou claro que estamos entrando em um novo ciclo. A IA não é mais “futuro próximo”: é presente inevitável.


E, ao contrário do que muitos pensavam, esse movimento não substitui pessoas, ele empodera profissionais, fortalece processos e abre novas possibilidades de crescimento.


Se existe um momento ideal para começar a transformação, este momento é agora. A pergunta é: sua empresa está pronta para dar o próximo passo?

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